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Competência PeTista no comando do Brasil. NOTÍCIAS
Escrito por rubinhodadivineia às 15h33
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Estamos Juntos! Somos Todos Iguais. (Do Sr. Deputado Chico Alencar, PSOL/RJ) 20 DE NOVEMBRO: GLÓRIA A TODAS AS LUTAS INGLÓRIAS!
De nada adianta ser uma República se não abolirmos definitivamente deste País a discriminação e a escravidão, que persistem de muitas formas. Como onde há opressão há resistência, nossa história registra também seguidas lutas do povo contra a exploração e o racismo. João Cândido, o Almirante Negro, líder da revolta contra a chibata, que enfim terá como homenagem algo mais que "as pedras pisadas do cais" na Praça XV, no Rio, é um exemplo. Mas ainda há um longo caminho pela frente, ainda que nesses tempos de Obama presidente dos Estados Unidos. Pensando nesta Semana da Consciência Negra, observei alguns números do IBGE. No quesito autodeclaração de raça ou etnia, apenas 5,9% da nossa população se declara pretos - nem falam em negros. E, como 41,4% se declaram pardos, então 47,3% da nossa gente assume a condição, da qual eu também me orgulho, de não-branco. Mas poucos afirmam a sua negritude. E, dos 52% que se autodeclaram brancos, há fenômenos como o Ronaldo, o ex-centroavante da Seleção Brasileira que, em maio de 2005, declarou à Folha de S. Paulo que era branco. Por que será que um jovem tão cortês, tão bem-sucedido na sua habilidade de jogar futebol; por que ele, "o Fenômeno", dá essa declaração fenomenal? Ora, porque vivemos sob a pressão cultural e ideológica do embranquecimento. E isso que muitos queremos negar. Tão logo se proclamou a República, há mais de 100 anos, surgiu no Brasil uma classe média e uma burguesia negra muito viçosas. Machado de Assis, por exemplo, destacou-se como escritor; Francisco de Paula, como editor. Lima Barreto, talentoso e questionador, não teve a mesma sorte... Em alguns setores os negros conseguiram ascender na escala social, mas esse segmento não se cristalizou. Para os negros que se afirmaram após a abolição havia apenas dois caminhos: ou o embranquecimento, via casamento com famílias brancas, para manter o status, ou a exclusão reiterada, apesar do relativo sucesso econômico. Isso é muito grave. Meu querido amigo, o historiador negro Joel Rufino dos Santos, diz que até no futebol se percebe essa discriminação. A maioria dos craques da Seleção Brasileira é negra, mas poucos árbitros de futebol, suas senhorias, são negros. E técnicos de futebol? Quase nenhum. Cartolas dirigentes, então, podemos contá-los nos dedos de uma mão. Por quê? Porque ao negro no Brasil ainda não é dado o direito da direção, da representação, da expressão. Aliás, esse direito não pode nem deve ser dado, ele tem de ser conquistado. Mas nós, ainda em minoria, vamos conquistando-o a cada dia. O Brasil também precisa enfrentar outro problema: a discriminação sutil. Assim como temos uma democracia banal, formal, que não se traduziu ainda em igualdade social e em igualdade de oportunidades, convivemos também com uma discriminação à moda nacional, à brasileira, mascarada pela falácia de uma igualdade que não existe, apesar do discurso recorrente. E ainda dizem que o Brasil é diferente dos Estados Unidos, que acaba de eleger o filho de um queniano para o comando da República. Devemos pensar se a discriminação e o racismo lá, que são mais ostensivos, não provocaram reação mais efetiva do discriminado, que pôde se organizar e assumir de fato a sua luta, com Martin Luther King, Malcom X e tantos outros, à frente da defesa dos direitos civis. No Brasil, o país do jeitinho, a falácia que repete que não há preconceito porque "o negro tem alma branca", porque "o negro conhece o seu lugar", porque não há conflito. Mentira! E uma mentira muitas vezes oficial. Mas estamos avançando, pouco a pouco, em direção à superação dessa discriminação disfarçada, não apenas manifestando o ódio contra essa discriminação odiosa, mas sobretudo afirmando nossos valores, nossas culturas - no plural, sim - , afirmando nossa religiosidade tão cheia de seiva e de vida, muito melhor do que aquela herança medieval da colonização ocidental lusa que parte da racionalidade absoluta. Menos mal que neste país Nossa Senhora Aparecida seja negra e isso esteja sendo assumido até por segmentos brancos da população. Já estamos trazendo à tona a verdade que o Brasil precisa conhecer, a verdade que precisa chegar às nossas crianças e aos nossos jovens. Com a sua presença tão bonita, tão afirmada em colares, pulseiras, roupas, expressão, alma e coração, nossa afro-descendência diz que o Brasil negro não vai se render; vai, isto sim, se afirmar cada vez mais. Caetano Veloso, ao compor uma música inspirada numa obra de Jorge Amado, criou versos definitivos para a revolução cultural da afirmação da nossa belíssima africanidade: "Quem descobriu o Brasil foi o negro que viu a crueldade bem de frente, e ainda produziu milagres de fé no extremo ocidente!". Agradeço a atenção, Sala das Sessões, 19 de novembro de 2008. Chico Alencar Escrito por rubinhodadivineia às 10h10
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Eleições PeTistas.Rubinho da Divineía Presidente Zonal! NOTÍCIAS
Escrito por rubinhodadivineia às 17h27
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Da senzala á Casa Branca.
Sara ann Parker sentou-se para que Martin Luther King andasse.King lutou para que o sonho se tornasse realidade.Malcom X,Steve Biko...O povo negro resistiu á tudo e todos,em várias partes do mundo.A escravidão separou famílias,destruiu sonhos,vidas...Trouxe mortes,estupros,tortura,segregação,humilhação.Algo monstruoso na história da humanidade,tal qual o holocausto. Barak Obama,presidente da maior potência econômica e bélica do planeta! Nós vencemos! Valeu a pena lutar! A resisitência e a luta de todos os líderes negros,do Brasil e do mundo,valeram muito a pena.Há muito ainda a ser feito ao redor do mundo,na questão do racismo e dos preconceitos em geral.Mas é motivo de orgulho olharmos para o topo do mundo e ver um negro no poder! As Américas estão sinalizando os novos tempos: No Brasil,um torneiro-mecânico foi eleito e reeleito e está comandando o País brihantemente;Na Bolívia,um Ìndio no poder;Na Argentina,uma mulher;Em Cuba,Fidel passou o bastão para seu irmão,Raul,que é mais flexível;Na Venezuela,o povo disse não ao sonho de continuísmo de Chavez... Estamos fazendo história!Vivamos intensamente nosso tempo,sim,nós podemos!! Escrito por rubinhodadivineia às 13h48
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Decisão.
Escrito por rubinhodadivineia às 18h06
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Sem vacilação! Vacinação.
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| "A Lucinha deveria tomar como elogio, porque ter uma visão suburbana é ter uma visão das necessidades da maioria da população carioca. A visão inversa é que é elitista. O Gabeira foi infeliz". DJ Marlboro | |
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"O povo da Zona Sul é tão esclarecido e votou duas vezes no Cesar Maia. Isso não é o Fernando Gabeira, para mim. Qualquer forma de preconceito deve ser combatida." Teresa Cristina, cantora e compositora |
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| "O Fernando Gabeira é um cara totalmente Zona Sul. Não é legal esse preconceito, o Rio de Janeiro é um só, principalmente na hora do voto. Ele não foi feliz nessa declaração." Noca da Portela, sambista | |
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"Não gostei do que ele disse. Para mim, o Gabeira não conhece a região. Só deve ter vindo aqui como candidato. Se ele entende muito da Zona Sul, por que ele não faz o lixão na Zona Sul, então?" Jorge Tomaz |
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| "Querer discutir a criação de um lixão é um direito de quem vive em uma região. Isso desvaloriza qualquer lugar. O Gabeira deveria repensar o que disse sobre quem mora na Zona Oeste." Vivian Farias | |
A parlamentar, que foi a mais votada do Rio, com mais de 68 mil votos, a maioria deles na região, chegou a ficar chocada quando soube da declaração, mas recebeu ontem telefonema de Gabeira desmentindo a frase e elogiando sua trajetória política. "Senti sinceridade nele. Acho que foi um mal-entendido", afirmou a vereadora.
O tratamento dado ao subúrbio desagradou ao funcionário público Jorge Tomaz, 58 anos, de Campo Grande. "Não gostei do que ele disse. Para mim, ele não conhece a região. Só deve ter vindo aqui como candidato. Se ele entende muito da Zona Sul, por que ele não faz o lixão na Zona Sul, então?", perguntou.A estudante Vivian Farias, 25, achou desrespeito. "Querer discutir a criação de um lixão é um direito de quem vive em uma região. Isso desvaloriza qualquer lugar. Ele deveria repensar o que disse sobre a Zona Oeste", disse.
Para a cantora e compositora Teresa Cristina, a região geográfica não é sinal de esclarecimento. "O povo da Zona Sul é tão esclarecido e votou duas vezes no Cesar Maia. Isso não é o Gabeira, para mim. Qualquer preconceito deve ser combatido", disse.
O DJ Marlboro, que percorre todo o circuito de bailes do subúrbio, propôs uma nova interpretação da expressão "visão suburbana". "A Lucinha deveria tomar como elogio, porque ter uma visão suburbana é ter uma visão das necessidades da maioria da população carioca. A visão inversa é que é elitista, preocupada apenas com uma minoria. O Gabeira foi infeliz ao fazer essa associação", disse. Para o compositor Dicró, o candidato pisou na bola: "Foi um gol contra dele. Acho que os suburbanos devem ficar revoltados com essa declaração. Eu espero que o novo prefeito tenha um olhar voltado também para o subúrbio, porque aqui falta iluminação, escolas, hospitais. Falta tudo".
ARTISTAS CONDENAM COMENTÁRIO
Para Noca da Portela, Gabeira foi infeliz. "O Rio de Janeiro é um só, principalmente na hora do voto. Ele não foi feliz nessa declaração", disse. Tia Surica saiu em defesa do subúrbio: "Ele foi indelicado e preconceituoso, protestou. O cantor Elymar Santos fez um alerta ao candidato: "Para comandar a cidade, não pode pensar só em Ipanema". Já a atriz Solange Couto se disse decepcionada. "Nasci e me criei no subúrbio. Isso é uma asneira, é decepcionante", lamentou ela.
ALÔ MADUREIRA!!!!!
(e adjacências) SUBURBANO NÃO VOTA NO GABEIRA
Gente,vamos dizer não ao preconceito do Gabeira 
Escrito por rubinhodadivineia às 14h06
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PARTIDO DOS TRABALHADORES
EXECUTIVA MUNICIPAL
A Executiva do Partido dos Trabalhadores da Cidade do Rio de Janeiro, reunida na data de hoje, dirige-se aos cidadãos e cidadãs cariocas com o objetivo de tornar públicas as seguintes considerações:
1º) O PT agradece o apoio de homens e mulheres moradores de nossa cidade que, com o voto, apoiaram o projeto político representado pela candidatura de Alessandro Molon e demais companheiros e companheiras que concorreram à Câmara de Vereadores;
2º) Saudamos os milhões de brasileiros e brasileiras que, através do voto, reafirmaram a liderança do Presidente Lula, dando ao PT uma expressiva vitória político-eleitoral no cenário nacional;
3º) Reafirmamos o nosso compromisso de trabalhar pela aglutinação de um amplo conjunto de forças políticas capazes de pactuarem um projeto coletivo que retire a cidade do Rio de Janeiro do isolamento político em que se encontra, devolvendo para nossa Cidade Maravilhosa o papel de destaque no cenário político nacional;
4º) Tal projeto será vitorioso porque contará com a participação efetiva e unitária das forças políticas que apostam na união de esforços entre os governos Federal, Estadual e Municipal, na perspectiva de uma administração competente, ousada e comprometida com a melhoria das condições de vida de todos os cidadãos e cidadãs do Rio de Janeiro, com prioridade para os menos favorecidos;
5º) No segundo turno dessas eleições o PT não vê razões políticas para apoiar uma candidatura sustentada pelos principais adversários do seu projeto para o Brasil;
6º) Por tudo isto, neste momento em que os cidadãos e cidadãs de nossa cidade serão chamados a se posicionarem acerca do melhor caminho a seguir no segundo turno do processo eleitoral, esta Executiva Municipal indica o apoio do nosso partido ao candidato do PMDB, Eduardo Paes;
7º) Este apoio alicerça-se na aceitação pelo candidato dos seguintes compromissos:
Com a implementação destas medidas e de outras já anunciadas estaremos construindo um novo ciclo de desenvolvimento com justiça social para nossa cidade. Estaremos construindo um novo Rio, o Rio de todos os Cariocas.
Rio de Janeiro, 08 de outubro de 2008.
Escrito por rubinhodadivineia às 20h09
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A militância do Partido dos Trabalhadores avança para mais uma grande jornada política nesta reta final do primeiro turno das eleições municipais de 2008. Das maiores metrópoles do Brasil às menores cidades, a estrela e o 13 têm marcado as campanhas com um extraordinário nível de participação, que deve se acentuar daqui até o próximo domingo.
Na condição de presidente nacional do PT, participei de campanhas do Amapá ao Rio Grande do Sul, do Acre à Paraíba, e vi um partido que cresce em todo o país, impulsionado pelo engajamento popular cada vez maior em torno de nossas bem-sucedidas realizações nas cidades onde buscamos a reeleição, ou na luta para conquistar os redutos onde ainda predominam velhos esquemas de poder.
Também pude ver de perto a disputa entre partidos aliados – e até mesmo adversários – pela imagem do nosso mais ilustre filiado, o presidente Lula. Nosso slogan do segundo turno de 1989 – AGORA SOMOS TODOS LULA – parece hoje sacramentado em todo o território nacional, refletindo a aprovação popular fantástica de um governo que gera empregos, distribui renda, combate as desigualdades, promove a cidadania plena e que, ao longo dos últimos seis anos, recuperou a esperança e a auto-estima do povo brasileiro.
Mas não é só a popularidade do presidente que está em alta. O resultado de nosso trabalho, de nosso programa e de nosso compromisso também aparece refletido nas pesquisas eleitorais, que apontam para um desempenho muito positivo para o PT nestas eleições, tanto nas cidades em que temos candidatura própria como naquelas onde apoiamos nomes de partidos aliados. É nesse cenário que nossas lideranças, dirigentes, ministros, parlamentares, sindicalistas, governadores e prefeitos, sem falar no companheiro Lula, têm se desdobrado em viagens intensas aos recantos do Brasil, todos a serviço da mesma luta.
Em muitas cidades nas quais as pesquisas nos excluíam das disputas, nos últimos dias estamos chegando forte. Alguns dizem que é “ajuste” de certas pesquisas encomendadas. Outros acreditam na tradição de mobilização na chegada. Não importa. Ao longo desses 28 anos, aprendemos que é na reta final que a vitória se consolida. Foi assim que crescemos e nos tornamos alternativa real na política brasileira. E é assim que, mais uma vez, vamos fazer brilhar nossa estrela.
Portanto, feliz por ver nossa bandeira tremulando em cidades tão diferentes de todo o território nacional, quero convocar a aguerrida militância petista a redobrar a energia, a afiar os argumentos, a entusiasmar as ruas, a desafiar os obstáculos e a conquistar, no peito e na raça, mais vitórias para o nosso projeto político.
Nesse domingo, vamos mostrar que nosso sonho é o melhor combustível para mover a história e iluminar o Brasil. Um grande abraço vermelho, de cinco pontas e com o treze estampado do lado esquerdo do peito.
Escrito por rubinhodadivineia às 14h35
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RIO - O negro traficante com cara de mau e o branco usuário de drogas. Um estereótipo comum na sociedade brasileira, que foi incorporado pelo curso de atualização do programa Delegacia Legal , da Polícia Civil, chocou alguns especialistas ouvidos pelo EXTRA e o próprio subchefe da instituição, delegado Ricardo Martins ( clique aqui para comentar no Casos de Polícia ). O quadro, que apresenta ainda a corporação como órgão repressor e mostra as drogas nessa relação, é usado como lição no módulo sobre tráfico de entorpecentes. Criado pelo Grupo Executivo, o curso é obrigatório para quem quiser trabalhar numa delegacia legal.
" É um racismo expresso "
- É um racismo expresso. Lamentável que isso parta de um órgão público, que tem o dever de estimular o oposto. Vivemos num país misturado, onde não poderia haver esse tipo de preconceito, social e racial - disse o advogado Michel Assef, explicando quais são as prováveis conseqüências:
- Estimula o profissional da segurança pública a agir com truculência nos menos favorecidos, porque o negro e o mestiço estão nas comunidades mais pobres. Acho que o Ministério Público deveria atuar, pedindo punição.
" Achei chocante e inaceitável "
Apesar de elogiar o desenvolvimento da polícia desde a criação da Delegacia Legal, a cientista social Sílvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, vê o quadro como um retrocesso. Para a cientista, ele representa um preconceito que a sociedade está superando.
- Achei chocante e inaceitável. Estou perplexa como a Polícia Civil ainda não percebeu que produzir este tipo de estereótipo é ruim para a própria polícia. É uma imagem totalmente acrítica, impensada, quase automática dos estereótipos que ainda estão muito presentes na sociedade brasileira - disse.
Entre os traficantes mais procurados, muitos são brancos. Antônio José de Souza, o Tota, do Complexo do Alemão, que teria morrido semana passada, é um deles. Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho, do Morro do Dendê, Pitbull da Mangueira, e FB, da Vila Cruzeiro, são outros que não seguem o estereótipo apresentado. Em compensação, também é cada vez mais comum jovens ricos envolvidos com tráfico.
Suspeito padrãoA antropóloga Ana Paula Miranda, que foi presidente do Instituto de Segurança Pública (ISP), também elogiou a criação do programa Delegacia Legal, mas classificou como "terrível" o quadro usado em um dos módulos do curso. Segundo ela, o pior problema é o policial achar que apenas esses três personagens - polícia, traficante e usuário - têm relação com a venda de drogas.
" Não estimula o preconceito, mas reproduz o senso comum "
- Esse quadro mostra apenas os traficantes de drogas. Ele esquece de falar sobre as grandes redes que estão por trás, comandando tudo. Não cita a fonte das drogas - frisou a antropóloga.
Para Ana Paula, a imagem divulgada no curso serve apenas para reforçar o preconceito racial e social que o policial já carrega.
- A polícia deveria ter um cuidado maior com o produto que está sendo apresentado. Essa imagem reproduz um senso comum na população, mas não acrescenta em nada para as investigações - disse.
Segundo a cientista Silvia Ramos, o quadro serve apenas para que os policiais continuem pensando sempre que o negro é o traficante.
- Não estimula o preconceito, mas reproduz o senso comum. E o policial deveria ser o primeiro a sair do senso comum, escapar do elemento suspeito cor padrão. Senão, ele estará reproduzindo o que a sociedade tem como conservadorismo - garante.
Subchefe: 'Curso precisa de atualização'O subchefe da Polícia Civil, delegado Ricardo Martins, disse ontem que o curso precisa de algumas atualizações. Segundo o delegado, que ainda nem tinha visto o quadro da lição, integrantes do grupo executivo devem fazer um novo estudo do curso ainda este ano. O treinamento para as delegacias legais foi criado na administração passada. Ele já tem seis anos e constantemente novos módulos são lançados no sistema interno da polícia.
" Os policiais negros vão para cima dos negros "
- É algo que pode ter passado desapercebido. Até porque, as coisas hoje estão se invertendo. Minha primeira atitude amanhã (hoje) será ver o que aconteceu. Seria melhor não usarmos imagem nenhuma - disse ele.
O subchefe de Polícia não falou se os cursos em andamento continuarão.
Para o advogado criminalista Nélio Andrade, o quadro representa algo que não existe mais na sociedade.
- É uma tremenda discriminação. Por que o negro aparece de forma diferente? O grande financiador hoje não é negro, é o traficante brancão, que compra a droga. O negro está nessa ponta como o vendedor. É a sardinha, porque o grande tubarão quase não aparece? - questionou o advogado, que costuma tocar no assunto quando faz palestras:
- Os policiais negros vão para cima dos negros. Se passar um negro em um carro importado, eles são parados. Isso é discriminação - disse Nélio Andrade.
Escrito por rubinhodadivineia às 12h35
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| Desigualdade cai e renda do trabalhador tem crescimento real de 15% em 3 anos |
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Atualizada às 16h25 A renda do brasileiro aumentou, a desigualdade voltou a cair, o analfabetismo diminuiu, a população segue e tendência de envelhecimento e, graças à formalização do emprego, mais de 50% dos trabalhadores brasileiros já contibribuem para a Previdência Social. Esses e outros dados foram divulgados, nesta quinta-feira (18), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), estudo que reúne diferentes indicadores sobre aspectos socioeconômicos do País. Os dados, referentes a 2007, mostram um panorama recente do Brasil. Veja abaixo os principais resultados da Pnad: RendaO rendimento médio real mensal de trabalho (das pessoas de 10 anos ou mais de idade ocupadas e com rendimento de trabalho) mostrou crescimento pelo terceiro ano consecutivo. Entre 2006 e 2007 houve aumento real de 3,2%, número inferior aos registrados de 2005 para 2006 (7,2%) e de 2004 para 2005 (4,5%). O crescimento acumulado desde 2004 foi de 15,6%, sendo que o rendimento médio real dos trabalhadores, em 2004, era de R$ 827,00; em 2005, de R$ 864,00; e, em 2006, de R$ 926,00, tendo alcançado, em 2007, R$ 956,00. Em 2007, o menor rendimento médio real mensal de trabalho das pessoas ocupadas foi observado no Nordeste (R$ 606,00) e o menor no Centro-Oeste (R$ 1139,00). A Pnad também registrou a evolução dos índices de Gini, que medem o grau de desigualdade existente na distribuição de indivíduos segundo a renda domiciliar per capita. Seu valor vai de zero (quando não há desigualdade) a 1 (desigualdade máxima). Em 2007, o índice ficou em 0,528. As reduções vêm sendo sucessivas, pois o Gini ficou em 0,547 em 2004; 0,543 em 2005; e 0,540 em 2006. Apesar da evolução desse índice, a Pnad mostrou que a desigualdade social ainda é realidade no Brasil: 10% da população ocupada que têm os mais baixos rendimentos detiveram 1,1% do total dos rendimentos de trabalho em 2007, enquanto aos 10% com os maiores rendimentos corresponderam 43,2% do total de remunerações. AnalfabetismoA Pnad define uma pessoa alfabetizada como aquela que responde que sabe ler e escrever pelo menos um bilhete simples no idioma que conhece. Em 2007, havia cerca de 14,1 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais no Brasil. Para esse grupo de pessoas, a taxa de analfabetismo foi de 10%, índice menor que o registrado em 2006, de 10,4%. A taxa de analfabetismo assume diferenças de acordo com fatores como grupo de idade, região e sexo. Em relação à faixa etária, o menor índice fica entre pessoas com 15 e 17 anos (1,7%) e o maior entre os que têm 25 anos ou mais (12,5%). As regiões Norte e Nordeste registram os índices mais altos de analfabetismo entre pessoas de 15 anos ou mais (10,8% e 19,9%, respectivamente), em contraste com números muito menores das regiões Sul (5,4%) e Sudeste (5,7%). Ainda entre as pessoas com 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo entre os homens é de 10,2%, porcentagem superior à registrada pelas mulheres (10,1%). Em 2006, os números eram, respectivamente, de 10,6% e 10,1%. EducaçãoA Pnad mostra que, em 2007, as pessoas com 4 anos ou mais totalizavam 179 milhões de brasileiros. Destes, 56,3 milhões eram estudantes. O número caiu 0,5% em relação a 2006, sobretudo na região Centro-Oeste (2,2%). O grupo etário com maior frequência escolar (97,6%) é o de pessoas com idade entre 7 e 14 anos. O percentual ficou estável em relação ao de 2006. Entre esse total de 56,3 milhões de estudantes de 4 anos ou mais, 7,9% estavam cursando o ensino pré-escolar, 63% o ensino fundamental e alfabetização; 16,6% o ensino médio e 10,9% o ensino superior. Neste último grau de ensino, o número de estudantes cresceu 4,3%. Quanto à cobertura segundo a rede de ensino, a rede pública predominou em todas as regiões, registrando percentual de 79,2% de atendimento aos que freqüentavam a escola. Habitação e bens duráveisEm 2007, o índice de domicílios atendidos por rede geral de abastecimento de água cresceu 0,1 ponto percentual em relação a 2006, chegando a 83,3%. Além disso, 51,3% dos domicílios brasileiros estão ligados à rede coletora de esgoto (crescimento de 2,8 pontos percentuais) e 87,5% têm coleta de lixo (crescimento de 0,9 ponto percentual). Já o fornecimento de energia elétrica alcançava 98,2% dos domicílios brasileiros. Em relação à posse de bens duráveis, no ano passado 77% dos domicílios possuíam algum tipo de telefone, 98,1% possuíam fogão, 51,1% possuíam filtro de água, 16,3% possuíam freezer e 88,1% possuíam rádio. Além disso, 26,6% dos domicílios estavam equipados com computador, sendo 20,2% com acesso à internet. IdadeO Brasil manteve a tendência de envelhecimento populacional. Na comparação com 2006, o grupo de pessoas com 40 anos ou mais cresceu 4,2%, enquanto a faixa etária mais jovem, de 0 a 14 anos, demonstrou redução de 0,7%. A região Norte tem a estrutura etária mais jovem do País: 23,7% da população residente tem 40 anos ou mais, e o contingente de pessoas com idade entre 0 a 4 anos (1,6 milhão) supera o de pessoas de 60 anos ou mais (1 milhão). MigraçãoEm 2007, 39,8% da população brasileira não era natural do município em que morava, e 15,8% não eram naturais da Unidade de Federação em que moravam. A região Centro-Oeste foi a única que registrou maior número de residentes não-naturais (53,1%) do município de moradia do que de residentes naturais. O número supera os registrados pelas regiões Sul (44,4%), Norte (43%), Sudeste (40,5%) e Nordeste (32%). Previdência e sindicalização A pesquisa também mostrou que, no Brasil, 16 milhões são associados a sindicatos, número 3,3% menor que o de 2006. A região Sul foi a que mostrou o maior percentual de trabalhadores sindicalizados entre as pessoas ocupadas (21,2%). RaçaA pesquisa do IBGE notou que, em 2007, um maior número de pessoas se declarou “preta” do que em 2006. O aumento foi de 0,5 ponto percentual, de modo que, no último levantamento, a composição da população ficou dividida da seguinte maneira: 49,4% de brancos; 42,3% de pardos; 7,4% de pretos e 0,8% de outras raças. O aumento da participação da população negra foi verificado em todas as regiões, menos na Região Norte, onde caiu 0,7 ponto percentual. Nas demais localidades, o crescimento da população negra foi acompanhado de diminuição da população branca. SexoA comparação entre os dados de 2006 e 2007 revelam que não houve mudança significativa na distribuição da população por sexo. Em 2007, as mulheres correspondiam a 51,2% dos brasileiros (97,2 milhões de pessoas) e os homens a 48,8% (92,6 bilhões). Em 2006, as mulheres eram 51,3% da população e os homens 48,7%. TrabalhoA Pnad considera todo indivíduo com 10 anos ou mais uma pessoa em idade ativa. Assim, em 2007 havia 159 milhões de pessoas em idade ativa no País, contingente 2% maior que o de 2006. Entre esse grupo, 62% estavam inseridas no mercado de trabalho, sendo 57% na condição de ocupadas e 5,1% na de desocupadas. Os números mostram ligeira redução em relação a 2006, quando os percentuais eram, respectivamente, de 62,4%, 57,2% e 5,3%. A população não-economicamente ativa (pessoas que não trabalharam nem procuraram por trabalho na última semana do mês de referência da pesquisa, setembro) cresceu 3,0%, passando de 58,8 para 60,5 milhões de pessoas. Em 2007, 19,7% das pessoas ocupadas trabalhavam 49 horas semanais ou mais. Apenas 6,5% da população ocupada trabalhavam até 14 horas semanais. De 2006 a 2007, o número de empregados sem carteira de trabalho assinada caiu 0,7%, mas o contingente permaneceu elevado: 20,6 milhões de brasileiros, ou 22,7% do total de pessoas ocupadas. Trabalho infantilNo Brasil existem 44,7 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos de idade. Em 2007, 4,8 milhões deles estavam trabalhando. O número é menor que o de 2006, quando existiam 5,1 milhões de trabalhadores nesta faixa etária. As crianças e adolescentes do sexo masculino (65,7%) e as de cor preta ou parda (59,5%) eram maioria no contingente de ocupados. |
Escrito por rubinhodadivineia às 10h49
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Na edição que chega às bancas nesta sexta-feira, a revista britânica The Economist destaca o crescimento da classe média no Brasil, que hoje ultrapassa metade da população.
"O Brasil, antes notório por seus extremos, é agora um país de classe média", diz a reportagem, que cita dados da Fundação Getulio Vargas.
"Esta escalada social é vista, principalmente, nos centros urbanos do país, revertendo duas décadas de estagnação econômica iniciada nos anos 80."
Citando Marcelo Neri, da FGV, a revista aponta duas principais razões para o crescimento da classe média: a melhora no nível de educação, com os alunos permanecendo nas escolas por mais tempo do que no início dos anos 90, e a migração de empregos do mercado informal para a economia formal.
"O ritmo da criação de empregos formais está se acelerando, com 40% mais empregos criados nos 12 meses até julho do que no mesmo período do ano passado, o que, em si mesmo, é um recorde", afirma a Economist.
"Junto com a transferência de renda para famílias pobres, isso ajuda a explicar o fenômeno - o que não ocorre com o desenvolvimento econômico e social da Índia ou da China. Com o crescimento da classe média brasileira, a desigualdade diminuiu no país."
Consumo
A reportagem segue dizendo que a nova classe média é particularmente preocupada com o consumo e que, apesar de não procurar as lojas caras voltadas para um mercado mais rico, ela também não quer comprar em lojas que pareçam "baratas".
A Economist ainda cita as novelas e seus belos atores como responsáveis pelo estabelecimento do padrão de gosto em moda e beleza, afirmando que talvez elas expliquem a popularidade da cirurgia plástica no Brasil, mesmo entre a nova classe média, que pode pagar pelas operações a prestação.
A recente disponibilidade de crédito para a população, facilitado pela queda nas taxas de juros, ajudou a aumentar o pode de compra desta nova classe média, diz a reportagem, mas a revista afirma que o rápido crescimento está assustando alguns.
"Mas que impacto esta classe média mais numerosa vai ter sobre a política?", pergunta a Economist lembrando que, no passado, pessoas nesta faixa de renda costumavam votar no PSDB.
"De acordo com Mauro Paulino, do Datafolha, a popularidade pessoal de Lula e seus programas sociais de governo mexeram nessa equação. 'Aqueles que subiram das classes C e D e experimentaram a ajuda do governo neste caminho, devem ficar com o PT', diz ele."
"Ao mesmo tempo a classe média deu nova forma ao PT à sua própria imagem: a retórica econômica desnorteante do partido emudeceu. Ele também tem que prestar atenção ao grupo de eleitores que chegou à classe média e trouxe com ele as atitudes socialmente conservadoras em relação a aborto e casamento gay", diz a revista.
"Mas permanece irônico que essa grande transformação social, conquistada em parte pela maior abertura comercial com o resto do mundo, pode acabar fortalecendo um partido que, até recentemente, era a favor da autarquia", conclui a Economist.
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Escrito por rubinhodadivineia às 23h34
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Fwd: Proposta GRAJORNAL

Saúde: Pretendo,atuando na câmara,fazer gestão no sentido de expandir o PSF em nosso município,posto que somente 6 a 7% da capacidade deste programa do governo federal está implantado.Farei gestão para que,em conjunto com a bancada do PT e demais vereadores comprometidos com a causa,possamos recuperar a rede de postos de saúde já existente e fazer funcionar 24 horas.Necessário será a contratação de mais equipes médicas,por concurso, e compra de insumos e equipamentos,para modernização dos mesmos.Pretendo,em audiências públicas,discutir com a categoria a melhoria das condições de trabalho e recuperação salarial.
Educação: Pretendo,em conjunto com a bancada do PT,propor o fim da aprovação automática,o turno único de 8 horas,utilização do espaço das escolas nos fins de semana pela comunidade,em atividades esportivas e recreativas e por cursos pré-vestibular gratuitos,á noite.Vou garantir a aplicação da verba prevista no orçamento,não permitindo redução ou realocação,e trabalhar para que mais recursos sejam destinados para a área.Vou fazer cumprir a CRFB,em nosso município,trabalhando para que a educação de 0 a 6 anos seja prioridade! Para isso, é necessário a contrução de mais creches,inclusive a da Borda do Mato,para tranquilidade das famílias.Pretendo,em audiências públicas,discutir com os profissionais da área recuperação salarial e melhores condições de trabalho.
Segurança Pública: Embora seja atribuição do Estado,entendo que o município pode contribuir com a segurança pública.Quando se ilumina adequadamente as ruas e praças; Quando se mantém as árvores devidamente podadas;Quando se capacita e aparelha adequadamente a Guarda Municipal para atuar dentro de suas atribuições,ostensivamente;Quando se combate a desordem urbana,sem violência contra a pessoa,o município está atuando na segurança dos cidadãos.
Trabalho/Emprego; Para gerar emprego e renda em nosso município,vou atuar na câmara criando projetos que atraiam mais investimentos para a cidade. Seja através de propostas de redução da carga tributária,seja através de propostas de perdão de dívidas fiscais e principalmente,através de propostas de projetos de saneamento básico e construção de moradias populares,através do PAC,dando prioridade ao complexo de favelas do Andaraí.Vou incentivar a prática do cooperativismo,principalmente das que reciclam lixo,para equilíbrio do Ambiente e,também,para geração de emprego e renda.
Grajaú; Minha prioridade. É o meu bairro do coração. Aquí me criei,estudei,trabalhei,fiz minhas amizades.Aquí conhecí minha esposa Rosimere,há 23 anos,com quem tenho três filhos maravilhosos;Jonnathan,22 anos,estudante de ADM;Stéphanie,17 anos,estudante do ensino médio e técnico e Kévin,11 anos,estudante do ensino fundamental.Aquí vou trabalhar,para recuperar o status de bairro tranquilo e seguro de outrora.Recuperar a praça Nobel,que está abandonada,construindo um skatePark;Investir na reserva florestal e instituir passeios da rede pública de ensino,visando a uma conscientização de preservação;Resgatar a memória de Tricárico,fundador de nosso bairro,dando seu nome á reserva florestal e tombando,recuperando e abrindo ao público,sua capela da rua grajaú.Estarei presente em suas ruas,conversando com as pessoas,conhecendo suas necessidades,dando atenção devida e tratando com respeito e carinho o povo deste bairro,especialmente, e da cidade maravilhosa,como um todo. Serei um vereador parceiro das associações de moradores e as do Grajaú serão prioritárias.
Acessem:http://rubinhodadivineia.blogspot.com http://rubinhodadivineia.zip.net Orkut:rubinhodadivineia@bol.com.br Mandem suas dúvidas e/ou sugestões e eu responderei.
Agradeço a oportunidade,espero que alguma das fotos sirva para a matéria.
Meu CNPJ:09.904.606/0001-26 Para doações,conta da campanha: AG 0201 OP:003 CONTA:221-3
Em 25/08/2008 19:27, grajornal@grajornal.com.br escreveu:
Caro Rubinho,
Favor enviar material até Quarta-Feira(27/08), falando sobre suas propostas (Saúde, Educação, Segurança Pública, Trabalho/Emprego e GRAJAÚ), com foto.
Em 19/08/2008, grajornal@grajornal.com.br escreveu:
> Prezado Rubinho da Divinéia,
> O GRAJORNAL do mês de Setembro/2008 está procurando informar a população da Cidade do Rio de Janeiro, através de uma matéria de CIDADANIA, que NÃO FERE A LEI ELEITORAL, sobre a proposta dos candidatos a vereador da região do Grajaú e adjacências. Ela será feita por meio de cinco tópicos (Saúde, Educação, Segurança Pública, Trabalho/Emprego e GRAJAÚ), pegando a opinião de cada um sobre suas idéias para cada item. Este espaço, de 1/4 de página, com 25 linhas de texto, poderá ser adquirido pelo candidato, para que a população tome conhecimento de sua candidatura e de suas propostas para as mazelas mais citadas do município. Sua participação, com foto, vislumbrará ao eleitor da cidade um maior reconhecimento para sua candidatura. Se a proposta for de seu interesse, precisamos de um retorno até dia 22/08/2008.
> Aguardamos retorno pelos telefones. cel. 9688-8830 / 7857-7750 ou por este e-mail.
> Atenciosamente,
> Equipe GRAJORNAL
Escrito por rubinhodadivineia às 17h28
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Re: Proposta GRAJORNAL

Caro Rubinho,
Favor enviar material até Quarta-Feira(27/08), falando sobre suas propostas (Saúde, Educação, Segurança Pública, Trabalho/Emprego e GRAJAÚ), com foto.
Em 19/08/2008, grajornal@grajornal.com.br escreveu:
> Prezado Rubinho da Divinéia,
> O GRAJORNAL do mês de Setembro/2008 está procurando informar a população da Cidade do Rio de Janeiro, através de uma matéria de CIDADANIA, que NÃO FERE A LEI ELEITORAL, sobre a proposta dos candidatos a vereador da região do Grajaú e adjacências. Ela será feita por meio de cinco tópicos (Saúde, Educação, Segurança Pública, Trabalho/Emprego e GRAJAÚ), pegando a opinião de cada um sobre suas idéias para cada item. Este espaço, de 1/4 de página, com 25 linhas de texto, poderá ser adquirido pelo candidato, para que a população tome conhecimento de sua candidatura e de suas propostas para as mazelas mais citadas do município. Sua participação, com foto, vislumbrará ao eleitor da cidade um maior reconhecimento para sua candidatura. Se a proposta for de seu interesse, precisamos de um retorno até dia 22/08/2008.
> Aguardamos retorno pelos telefones. cel. 9688-8830 / 7857-7750 ou por este e-mail.
> Atenciosamente,
> Equipe GRAJORNAL
Escrito por rubinhodadivineia às 17h26
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Re: Proposta GRAJORNAL

Prezado Rubinho da Divinéia,
O GRAJORNAL do mês de Setembro/2008 está procurando informar a população da Cidade do Rio de Janeiro, através de uma matéria de CIDADANIA, que NÃO FERE A LEI ELEITORAL, sobre a proposta dos candidatos a vereador da região do Grajaú e adjacências. Ela será feita por meio de cinco tópicos (Saúde, Educação, Segurança Pública, Trabalho/Emprego e GRAJAÚ), pegando a opinião de cada um sobre suas idéias para cada item. Este espaço, de 1/4 de página, com 25 linhas de texto, poderá ser adquirido pelo candidato, para que a população tome conhecimento de sua candidatura e de suas propostas para as mazelas mais citadas do município. Sua participação, com foto, vislumbrará ao eleitor da cidade um maior reconhecimento para sua candidatura. Se a proposta for de seu interesse, precisamos de um retorno até dia 22/08/2008.
Aguardamos retorno pelos telefones. cel. 9688-8830 / 7857-7750 ou por este e-mail.
Atenciosamente,
Equipe GRAJORNAL
Me interessa muito tal proposta.Se "poderá ser adquirido pelo candidato" não for excessivamente oneroso,podem confirmar minha presença na próxima edição! A foto para a matéria é a que estou enviando. Aguardo confirmação,parabenizando desde já,a equipe do Grajornal.
Escrito por rubinhodadivineia às 17h14
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